quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Perdão



Perdão meu amor pelos meus erros
Pela vã e perversa ignorância
Que vez por outra quer botar distância
Com ciúmes do amor faz seus enredos.
O que sinto expresso pelos dedos
Da minha mão num pedaço de papel
Pelo mais singelo do cordel
Escrevendo o que manda o coração
Que palavras me vêem de montão
Mais nenhum é tão bela e genial
Que a tua doçura de amor angelical
Faz-me homem do mundo campeão.

Se não sei me expressar por oratória
Na poesia encontro meu acalento.
Tu és minha vida, meu sustento,
Comigo no amor faz somatória.
Multiplicando a vida sem divisória
Quero viver contigo em igualdade
Só de imaginar sem ti, sinto saudade,
Mais tem vezes que a minha percepção
Andando no mundo da imaginação
Sem querer lhe fere na integridade.

Perdão meu por eu ser tolo
Sou apenas um terno apaixonado
Querendo perpetuar sempre ao teu lado
Minha deusa, minha musa, meu consolo.
Eis a outra metade do meu bolo
Minha fonte, meu forte, meu alimento,
Se tu tiveres feliz, também contento.
Se peco por não souber contigo lhe dar
Com cuidado quero sempre te levar
Pra não a perdeste no primeiro desalento.

Perdão pelos erros cometidos,
Perdão por aquilo que não fiz,
Perdão se não ouço o que diz.
Perdão pelos atos abatidos
Perdão pelos fatos não vividos.
Perdão por algo que eu difamo,
Às vezes as coisas que passamos
Se às vezes temos ações exagerada
Te peço, não fiques preocupadas
É porque na verdade, EU TE AMO.

Roseno Oliveira.

08 de Outubro de 2013